Vejo-te sentado
Fico triste
Por ver quem amei
Aos poucos morrer
Peço-te que te levantes
Mas não me houves
Refilas e argumentas
Pelo fruto do nosso amor
Imploro-te que reajas
Mas nem isso tem valor
E no silencio dizes-me
-Deixa-me morrer
Autoria de:
Fátima Oliveira
13-01-2007
sábado, 26 de julho de 2008
Tu dizes que eu não sou nada
Tu dizes que eu não sei nada
Tu dizes que eu não valho nada
Tu dizes que eu não conheço nada
Eu digo que alguem eu sou
Eu digo que alguma coisa eu sei
Eu digo que alguma coisa eu valho
Eu digo que alguma coisa eu conheço
Olha para ti
E vê como és pobre
Pobre de espirito
Pobre de sentimentos
Tu dizes que me queres bem
Mas...
Tu dizes que eu não sou nada
Tu dizes que eu não sei nada
Tu dizes que eu não valho nada
Tu dizes que eu não conheço nada
Autoria de:
Fátima Oliveira
17-01-2007
Tu dizes que eu não sei nada
Tu dizes que eu não valho nada
Tu dizes que eu não conheço nada
Eu digo que alguem eu sou
Eu digo que alguma coisa eu sei
Eu digo que alguma coisa eu valho
Eu digo que alguma coisa eu conheço
Olha para ti
E vê como és pobre
Pobre de espirito
Pobre de sentimentos
Tu dizes que me queres bem
Mas...
Tu dizes que eu não sou nada
Tu dizes que eu não sei nada
Tu dizes que eu não valho nada
Tu dizes que eu não conheço nada
Autoria de:
Fátima Oliveira
17-01-2007
Bolhinhas de sabão
Plup, plup
Blop, blop
Bolhinhas de sabão
Explodem do meu coração
Bolhinhas de sabão
No banho de imerção
Plup, plup
Blop, blop
Banhada em bolhinhas de sabão
Nesta noite de verão
Banhada em bolhinhas de sabão
Saboreando a nossa paixão
Plup, plup
Blop, blop
Autoria de:
Fátima Oliveira
20-01-2007
Blop, blop
Bolhinhas de sabão
Explodem do meu coração
Bolhinhas de sabão
No banho de imerção
Plup, plup
Blop, blop
Banhada em bolhinhas de sabão
Nesta noite de verão
Banhada em bolhinhas de sabão
Saboreando a nossa paixão
Plup, plup
Blop, blop
Autoria de:
Fátima Oliveira
20-01-2007
Varina abençoada
De madrugada
Antes de sair a porta
Abençoava os meus anjos
Pedia a Deus que me ilumina-se
Pedia a Deus força para a vida
E um ultimo olhar em redor
Lá ia eu para a lida
De cesta em punho
Lá ia eu pelas ruas de madragoa
Com a fé de quem prégoa
Pelas ruas de Lisboa
Com toda emoção
Gritava o meu prégão
Como se eu é que tive-se razão
Pensando nos meu anjinhos
Com aperto no coração
Deus ia abrindo os meus caminhos
Lá ia eu ganhando o meu pão

Com os trocos no avental
Corria pelas ruas de Lisboa
Corria pelas ruas de Madragoa
Abria a porta
Lá estavam, de sorrisos nos lábios
Sorrisos que pareciam Rios
Rios de esperanças
Fechava os olhos
E num segundo
O sacrificio era ignorado
Agradecia a Deus
Por tudo que me tinha dado
Autoria de:
Fátima Oliveira
05-04-2007
Antes de sair a porta
Abençoava os meus anjos
Pedia a Deus que me ilumina-se
Pedia a Deus força para a vida
E um ultimo olhar em redor
Lá ia eu para a lida
De cesta em punho
Lá ia eu pelas ruas de madragoa
Com a fé de quem prégoa
Pelas ruas de Lisboa
Com toda emoção
Gritava o meu prégão
Como se eu é que tive-se razão
Pensando nos meu anjinhos
Com aperto no coração
Deus ia abrindo os meus caminhos
Lá ia eu ganhando o meu pão

Com os trocos no avental
Corria pelas ruas de Lisboa
Corria pelas ruas de Madragoa
Abria a porta
Lá estavam, de sorrisos nos lábios
Sorrisos que pareciam Rios
Rios de esperanças
Fechava os olhos
E num segundo
O sacrificio era ignorado
Agradecia a Deus
Por tudo que me tinha dado
Autoria de:
Fátima Oliveira
05-04-2007
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Perto do meu coração
Dizes-me que estás longe
Mas sinto que estás perto
Perto do meu coração
Dizes-me que estás longe
Mas sei que estás a um quarteirão
vejo-te na multidão
quero-te alcançar
mas não consigo-te tocar
digo-te que estou aqui
digo-te que estou ali
para que me possas evitar
dizes-me que estás longe
mas sei que estás a um quarteirão
vejo-te na multidão
quero-te falar
quero-te abraçar
mas quero-te evitar
e tua a mentira aceitar
dizes-me que estás longe
mas sei que estás perto
perto do meu coração
Autoria de:
Fátima Oliveira
04-04-2007
Mas sinto que estás perto
Perto do meu coração
Dizes-me que estás longe
Mas sei que estás a um quarteirão
vejo-te na multidão
quero-te alcançar
mas não consigo-te tocar
digo-te que estou aqui
digo-te que estou ali
para que me possas evitar
dizes-me que estás longe
mas sei que estás a um quarteirão
vejo-te na multidão
quero-te falar
quero-te abraçar
mas quero-te evitar
e tua a mentira aceitar
dizes-me que estás longe
mas sei que estás perto
perto do meu coração
Autoria de:
Fátima Oliveira
04-04-2007
Atendo o telefone
Atendo o telefone
E oiço a tua voz
Tenho tanto para te dizer
As palavras não me saiem da boca
Fico atordoada
Fico louca
Tu falas,
Eu fico calada
Oiço a tua voz
Dizes-me carinhos
Mandas-me beijinhos
Digo adeus
Desligo o telefone
E ficou tanto
por dizer
Autoria de:
Fátima Oliveira
22-01-2007
Amor eterno
Amor eterno
Eterno no viver
Vidas de outras vidas
Amor assim
Nem morte separa
O reencontro
A rencarnação
De um amor de paixão
Paixão revivida
Amor de outra vida
Amor desta vida
Assim que te vi
Eu fiquei louca
Por te voltar encontrar
Por te voltar amar
Eu fiquei louca
Por tu de mim não recordares
Eu fiquei louca
Por outra vez me galãnteares
Eu fiquei louca
Por mim outra vez te apaixonares
Autoria de:
Fátima Oliveira
05-02-2007
Eterno no viver
Vidas de outras vidas
Amor assim
Nem morte separa
O reencontro
A rencarnação
De um amor de paixão
Paixão revivida
Amor de outra vida
Amor desta vida
Assim que te vi
Eu fiquei louca
Por te voltar encontrar
Por te voltar amar
Eu fiquei louca
Por tu de mim não recordares
Eu fiquei louca
Por outra vez me galãnteares
Eu fiquei louca
Por mim outra vez te apaixonares
Autoria de:
Fátima Oliveira
05-02-2007
Amizade de amar
Tenho medo
Medo de por as mãos pelos pés
Contigo quero fazer tudo certo
Quero ser eu
Estar de coração aberto
Dar-te a minha sinceridade
Dar-te a minha amizade
Sabes...
Nos ultimos tempos
Aprendi a me amar
Aprendi a reconhecer os meus erros
E só assim poderei-me erguer
E poderei amar
Amar de verdade
Amar sem negociar
Amar com igualdade
Autoria de:
Fátima Oliveira
09-02-2007
Medo de por as mãos pelos pés
Contigo quero fazer tudo certo
Quero ser eu
Estar de coração aberto
Dar-te a minha sinceridade
Dar-te a minha amizade
Sabes...
Nos ultimos tempos
Aprendi a me amar
Aprendi a reconhecer os meus erros
E só assim poderei-me erguer
E poderei amar
Amar de verdade
Amar sem negociar
Amar com igualdade
Autoria de:
Fátima Oliveira
09-02-2007
ANGEL//LINA
Com olhar traquina
De menina que sabe o que quer
Radia a sua alegria
Espalha a sua sabedoria
Vai cantando a vida
E de todos é querida
Com olhar traquina
De mulher que sabe o que quer
Com tanto para contar
Com tanto para partilhar
A sua força de viver
É por todos evidente
Abençoada por Deus
E amada pelos seus
Vai cantando a vida
Com um olhar traquina
De mulher menina
Autoria de:
Fátima Oliveira
26-5-2007
Este poema foi escrito em homenagem a uma mulher guerreira, e que eu tive o prazer de conhecer e fazer parte da equipe que cuidou durante algum tempo.
É para si Dra. Angelina, onde quer que esteja.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Baralho da vida
Baralho
Bem baralhado
Parto e reparto
Á sorte tiro a carta
A carta da vida
Desejo uma vida farta
Não sei o que me vai sair
Irá o amor comigo florir?
Irá fortuna para mim sorrir?
E muita saude sentir?
Não sei se quero saber
Talvez não saberei o que fazer
A vida é uma avenida
Uma avenida com muitas transversais
O segredo é saber para qual é que vais
Autoria de:
Fátima Oliveira
23-01-2007
Bem baralhado
Parto e reparto
Á sorte tiro a carta
A carta da vida
Desejo uma vida farta
Não sei o que me vai sair
Irá o amor comigo florir?
Irá fortuna para mim sorrir?
E muita saude sentir?
Não sei se quero saber
Talvez não saberei o que fazer
A vida é uma avenida
Uma avenida com muitas transversais
O segredo é saber para qual é que vais
Autoria de:
Fátima Oliveira
23-01-2007
Coragem
Coragem é saber
Saber quando parar
Parar e voltar
Voltar ao ponto de partida
Coragem é admitir
Admitir que se pode voltar
Voltar ao ponto de partida
Coragem é saber
Saber recomeçar
Recomeçar antes da queda
Coragem é saber erguer
Erguer e voltar a caminhar
Caminhar na estrada da vida
Coragem é saber viver
Viver a vida em plenitude
Coragem é saber onde está a virtude
Autoria de:
Fátima Oliveira.
27-07-2007
Saber quando parar
Parar e voltar
Voltar ao ponto de partida
Coragem é admitir
Admitir que se pode voltar
Voltar ao ponto de partida
Coragem é saber
Saber recomeçar
Recomeçar antes da queda
Coragem é saber erguer
Erguer e voltar a caminhar
Caminhar na estrada da vida
Coragem é saber viver
Viver a vida em plenitude
Coragem é saber onde está a virtude
Autoria de:
Fátima Oliveira.
27-07-2007
Amo-te
Estou ansiosa
Por voltar a ver-te
Encontro marcado
Encontro desejado
É hoje que te vou dizer
Dizer-te o que sinto
Vejo-te chegar
Pronto para me amar
O meu coração aperta
O meu corpo desperta
A minha mente fica perturbada
Sinto-me desejada
Sinto-me mulher
Sinto-me apaixonada
E minha boca fica fechada
Mas, Juro
Juro quando te vir a próxima vez
Não será como da ultima vez
E tudo o que sinto te vou falar
Autoria de:
Fátima Oliveira
Põe-me louca
Amor
Beija a minha boca
Abraça o meu corpo
Dá-me a tua ternura
Põe-me louca
Louca de paixão
Nossos corpos enlaçados
Na cama desalinhada
Transpiram a paixão
Na agonia do prazer
E com tanto amor por fazer
Amor
Põe-me louca
De tanto te amar
Autoria de:
Fátima Oliveira
07-02-2007
Talvez
Talvez, não sei...
mas talvez,
eu me arrependa
não sei...
mas não quero saber...
não quero saber...
daquilo que já sei...
há muito que sei,
o que sei
sei onde errei...
errei em não dizer
aquilo que sei
aquilo que sempre quiz dizer
dizer que sempre te amei
e talvez
eu me arrependa
de ter dito
dito aquilo
que
sempre te amei
Autoria de:
Fátima Oliveira
07/01/2008
mas talvez,
eu me arrependa
não sei...
mas não quero saber...
não quero saber...
daquilo que já sei...
há muito que sei,
o que sei
sei onde errei...
errei em não dizer
aquilo que sei
aquilo que sempre quiz dizer
dizer que sempre te amei
e talvez
eu me arrependa
de ter dito
dito aquilo
que
sempre te amei
Autoria de:
Fátima Oliveira
07/01/2008
Olhei o atlas
Olhei o atlas
Vi que somos grãos
Grãos de areia
Areia levada pelo vento
Vento que vira tempestade
Tempestade que vira brisa
Brisa calma
Calma a tempestade
Tempestade levada pelo vento
Vento revolta a areia
Areia de grãos
Grãos que somos
Somos o atlas
O atlas que olhei
Autoria de:
Fátima Oliveira
01-02-2007
Vi que somos grãos
Grãos de areia
Areia levada pelo vento
Vento que vira tempestade
Tempestade que vira brisa
Brisa calma
Calma a tempestade
Tempestade levada pelo vento
Vento revolta a areia
Areia de grãos
Grãos que somos
Somos o atlas
O atlas que olhei
Autoria de:
Fátima Oliveira
01-02-2007
PAI
Eu te implorei
Com a força do meu ser
Com todo o meu crer
Eu sei...
Que Tu me o emprestas-te
O querias de volta
Aceitaria se o leva-ses
Aos Teus pés me ajoelhei
Para Ti cantei
No desespero chorei
Vi a pureza da Tua Luz
A luz que me aconchegou
O teu amor em mim vibrou
E minha alma iluminou
Fizes-te o milagre da vida
Fizes-te o milagre do amor
Submiça agradeci
E Te adorei
E para Ti cantei
Autoria de:
Fátima Oliveira
01-02-2007
Eu te implorei
Com a força do meu ser
Com todo o meu crer
Eu sei...
Que Tu me o emprestas-te
O querias de volta
Aceitaria se o leva-ses
Aos Teus pés me ajoelhei
Para Ti cantei
No desespero chorei
Vi a pureza da Tua Luz
A luz que me aconchegou
O teu amor em mim vibrou
E minha alma iluminou
Fizes-te o milagre da vida
Fizes-te o milagre do amor
Submiça agradeci
E Te adorei
E para Ti cantei
Autoria de:
Fátima Oliveira
01-02-2007
Enlaças-me nos teus braços
Fecho os meus olhos
Perdida nas tuas caricias
Oiço a musica do desejo
Quero-te dizer, não
E com o teu beijo
Perco a razão
Sei que não devo
Mas deixo que tudo aconteça
Bate forte o meu coração
Meu corpo por ti acariciado
Só tem uma solução
Amar-te!
Mas seja como for
Eu sei que não é amor...
É tudo uma ilusão
E que não tem valor
Autoria de:
Fátima Oliveira
11-01-2007
É muito bom
Quando te abracei a primeira vez
Foi muito bom
Senti o cheiro do teu corpo
Hum, que cheiro delicado
Quando te abraço
É muito bom
Oiço o bater do teu coração
E sinto a tua respiração
Olho nos teus olhos
Hum, que olhar tão inocente
É bom ver-te acordar
E com um grande sorriso
Vens-me abraçar
E dizes-me...
-Bom dia mamã
Autoria de:
Fátima Oliveira
10-01-2007
Terra cobiçada
MÃE
Fecho os olhos
E sinto o teu perfume
Perfume de terra selvagem.
Vejo o teu brilho dourado
na briza do teu horizonte.
Os teus adornos
São como joias preciosas
São ricas as tuas vestes
São as mais graciosas
Nelas os teus filhos protejes
Por todos és cobiçada
Minha Angola amada
Por todos és desejada
Autoria de Fátima Oliveira
15-01-2007
Fecho os olhos
E sinto o teu perfume
Perfume de terra selvagem.
Vejo o teu brilho dourado
na briza do teu horizonte.
Os teus adornos
São como joias preciosas
São ricas as tuas vestes
São as mais graciosas
Nelas os teus filhos protejes
Por todos és cobiçada
Minha Angola amada
Por todos és desejada
Autoria de Fátima Oliveira
15-01-2007
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Grito Surdo
tu estás
tu não estás
tu ficas
tu vais
estou acompanhada
acompanhada com a solidão
companhia calada
grito por ti
por um pouco de paixão
um grito surdo
um grito de compaixão
solidão que mata
apunhala o meu coração
por cada traição
morre um pouco
com tanta solidão
tu estás
tu ficas
tu vais
e fica a solidão
Autoria de Fátima Oliveira
tu não estás
tu ficas
tu vais
estou acompanhada
acompanhada com a solidão
companhia calada
grito por ti
por um pouco de paixão
um grito surdo
um grito de compaixão
solidão que mata
apunhala o meu coração
por cada traição
morre um pouco
com tanta solidão
tu estás
tu ficas
tu vais
e fica a solidão
Autoria de Fátima Oliveira
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